Um movimento inusitado tomou conta das redes sociais na noite desta segunda-feira (19), durante a exibição do novo trailer de Star Wars – O despertar da força. Ao contrário dos fãs, que se mostravam empolgados com o novo episódio da franquia, centenas de usuários deram início a um boicote ao filme, alegando que ele promove o “marxismo cultural” e o “genocídio branco”. Na nova prévia, a direção revela de que lado está o personagem Finn, interpretado pelo ator John Boyega. Pelo fato de o ator ser negro e pela importância que o personagem terá na trama, grupos racistas começaram a atacar o filme. “Cada vez mais ativismo anti-brancos nas telas do mundo“, “Star Wars terá agora propaganda contra brancos” e “Se Star Wars não quer brancos nos seus filmes, não terá nosso dinheiro“, foram algumas das frases publicadas no Twitter, acompanhadas da hashtag #BoycottStarWarsVII (Boicote Star Wars VII, em tradução livre). A polêmica se estendeu ainda em cima da personagam de Daisy Ridley, Rey. Apesar de poucas informações, é esperado que ela tenha papel fundamental nas novas histórias, o que parece ter incomodado algumas pessoas. Fãs rebateram as acusações, mostrando que a saga Star Wars sempre contou com importantes personagens negros, como o de Samuel L. Jackson, e mulheres. Carrie Fisher, intérprete da Princesa Leia é, hoje, um ícone feminino no cinema.
Expectativa
No geral, fãs de todo o mundo estão entusiasmados após a divulgação do trailer. Lançada oficialmente durante o intervalo de uma partida de futebol americano nos EUA, a prévia mostra mais detalhes dos novos personagens, principalmente Kylo Ren Depois da primeira divulgação, as vendas de ingressos antecipados já se iniciaram no mundo todo. Star Wars – O despertar da Força estreia em 17 de dezembro e conta com parte do elenco original de volta; entre eles Harrison Ford, Mark Hammill e Carrie Fisher. John Boyega e Daisy Ridley (Finn e Rey) são os novos protagonistas, enquanto Adam Driver interpreta o vilão Kylo Ren.
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